

Parintins-AM — À medida que se aproxima a eleição para a presidência do Boi-Bumbá Caprichoso, marcada para 13 de setembro, um tema volta ao centro da discussão entre os associados: a responsabilidade com o patrimônio e com as finanças da associação.
Em 2013, uma auditoria apresentada em Assembleia Geral apontou um passivo de aproximadamente R$ 3,5 milhões relacionado às gestões de Carmona Oliveira e Márcia Baranda. Segundo informações divulgadas à época, foram identificadas divergências entre prestações de contas e documentos analisados, além de dificuldades na comprovação de movimentações financeiras. O episódio resultou em Assembleia que deliberou pela expulsão dos dois ex-presidentes.
O histórico financeiro voltou a repercutir em 2026. A Comissão Eleitoral inicialmente indeferiu a candidatura de Carmona Oliveira após considerar seis prestações de contas de sua responsabilidade julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), nos Acórdãos nº 74, 75, 76, 77, 219 e 221, de 2017.
A decisão foi questionada na Justiça. Após uma liminar que permitiu temporariamente o retorno da candidatura, decisão posterior da 3ª Vara da Comarca de Parintins restabeleceu o indeferimento, mantendo Carmona fora do pleito, conforme registros publicados em agosto.
O patrimônio azul pertence a gerações de sócios, artistas, trabalhadores e torcedores. Amar o Caprichoso também é cuidar do seu patrimônio, respeitar sua história e preparar o seu futuro.
Que amor é esse? A resposta está nas mãos dos sócios.
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